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Descubra se sua empresa está burocrática demais



26/09/2012


Companhias departamentalizadas apresentam altos níveis de retrabalho, intrigas e resultados aquém do esperado

 

 Que a burocracia impede o crescimento das organizações, todos sabem. O que poucos imaginam, no entanto, é como se livrar dela. Em certas empresas, os processos podem ser tão complexos que até mesmo o pedido de uma simples caneta pode se revelar um verdadeiro transtorno para o colaborador, dada a quantidade de requisições que o mesmo é obrigado a assinar para ter seu desejo atendido.

 

E se a burocracia é tamanha com coisas de pequeno valor, com as de grande então, imagine.

 

O excesso de aprovações - de pessoas de nível hierárquico superior - pode, por vezes, inibir e até coibir uma mudança muito importante em uma empresa e, com isso, quem perde é a companhia. “Ela se prejudica não apenas em termos financeiros, mas também em contratação de mão de obra e em parcerias”, diz a consultora associada daMuttare, Roberta Yono Ebina.

 

Segundo ela, ninguém gosta de um parceiro ou fornecedor burocrático.

 

Identifique o problema

 

Hoje, quando uma companhia está se desviando da sua rota de produtividade, a mesma costuma apresentar alguns sintomas de fácil identificação.

 

“O alto nível de retrabalho, o clima organizacional pouco saudável e os resultados aquém do esperado são alguns deles”, explica Roberta, que garante que geralmente os gestores e executivos têm uma enorme dificuldade de iniciar e dar andamento a um movimento de mudança.

 

O fato é que, dado o início desse movimento é preciso um tempo para que as pessoas se acostumem com as novas regras da empresa, pois diferente das máquinas - que são programadas para agir conforme o desejado -, os colaboradores precisam de um período de aceitação.

 

“A mudança das pessoas dentro da situação organizacional é psicológica e não muda do dia para a noite como o assinar de um contrato de desburocratização. Portanto, a mudança organizacional se dará no ritmo da mudança pessoal”, avalia Roberta.

 

Passo a passo

 

Atualmente, uma mudança pessoal passa por três fases. A primeira chama-se "despedida"" – fase em que todos constatam os comportamentos que não agregam valor ao novo objetivo da organização e decidem não mais praticá-los. A segunda, "zona neutra" - onde todos passam a testar novos comportamentos que vão ao encontro do objetivo estabelecido.“Essa é uma fase de grande aprendizado e inovação”, diz Roberta.

 

Já a última, no entanto, é conhecida como "novo começo", onde todos incorporam os comportamentos que realmente agregam valor à nova cultura, que nada mais é que uma fase de nova identidade.

 

“Quando iniciam seus processos, muitas empresas tendem a ignorar essas fases de mudança pessoal, e isso, pode levá-las ao fracasso”, diz a consultora associada da Muttare.

 

Segundo ela, é importante não só constatar o que está errado e descrever novos processos, mas principalmente cuidar das pessoas que farão a nova cultura acontecer, pois a mudança começa pelo fim e termina no novo começo.

 

Fonte: Infomoney




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